SUSPENSÃO DE ATIVIDADES LETIVAS PRESENCIAIS - MEDIDAS DE CONTINGÊNCIA COVID-19

covid19.png

A NOVA decidiu suspender, a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de março de 2020, todas as atividades letivas presenciais que ainda não tenham sido substituídas pelo ensino através de plataformas digitais.


 

Informação atualizada a 12 de março de 2020 (perguntas e respostas).

Universidade NOVA de Lisboa suspende atividades letivas presenciais

No dia em que a Organização Mundial de Saúde declarou a COVID-19 pandemia, a Universidade NOVA de Lisboa decidiu, a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de março de 2020, suspender todas as atividades letivas presenciais que ainda não tenham sido substituídas pelo ensino através de plataformas digitais, encerrando também bibliotecas e salas de estudo.

Informações mais detalhadas sobre o processo de adaptação em curso serão prestadas pelas próprias Faculdades/ Institutos/ Escola.

Não ocorrendo qualquer novo desenvolvimento, a situação será reavaliada pela Universidade no dia 13 de abril 2020. A NOVA está a acompanhar em permanência e com a máxima atenção o evoluir da pandemia. A decisão visa reduzir os riscos de contágio e salvaguardar a segurança da comunidade da NOVA, sendo tomada em alinhamento com as recomendações das autoridades de saúde, a quem compete decidir quais as medidas a implementar a cada momento.

Atenta e vigilante ao evoluir da situação no país, a NOVA atualizará regularmente a informação, adequando as medidas de resposta necessárias ao combate da pandemia.

A principal preocupação da NOVA é a segurança da sua comunidade académica.


DOENÇA POR CORONAVÍRUS (COVID-19) | 

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O que é um coronavírus?

Os Coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano e são bastante comuns em todo o mundo. O COVID-19 é uma doença causada por uma nova estirpe de coronavírus identificada na cidade de Wuhan (China) em dezembro de 2019.
O período de incubação do COVID-19 é de 2 a 14 dias. Isto significa que se uma pessoa permanecer bem 14 dias após contactar com um caso confirmado de COVID-19, é pouco provável que tenha sido contagiada.
Após exposição a alguém infetado com COVID-19, podem surgir os seguintes sintomas:

  • Tosse
  • Dificuldade respiratória
  • Febre

De forma geral, estas infeções podem causar sintomas mais graves em pessoas com sistema imunitário mais fragilizado, pessoas mais velhas, e pessoas com doenças crónicas como diabetes, cancro e doenças respiratórias.

Como se transmite o COVID-19?

Pelo que é conhecido de outros coronavírus, a transmissão do COVID-19 acontece quando existe contacto próximo (área até 2 metros) com uma pessoa infetada. O risco de transmissão aumenta quanto maior for o período de contacto com uma pessoa infetada.
As gotículas produzidas quando uma pessoa infetada tosse ou espirra (secreções respiratórias que contêm o vírus) são a via de transmissão mais importante.
Existem duas formas através das quais uma pessoa pode ficar infetada:

  • As secreções podem ser diretamente expelidas para a boca ou nariz das pessoas em redor (área até 2 metros) ou podem ser inaladas para os pulmões;
  • Uma pessoa também pode ficar infetada ao tocar em superfícies ou objetos que possam ter sido contaminados com secreções respiratórias e depois tocar na sua própria boca, nariz ou olhos.

Como se previne a transmissão da infeção?

Atualmente não há vacina contra o COVID-19. A melhor maneira de prevenir a infeção é evitar a exposição ao vírus.

Existem princípios gerais que qualquer pessoa pode seguir para prevenir a transmissão de vírus respiratórios:

  • Lavar as mãos com frequência – com sabão e água, ou esfregar as mãos com gel alcoólico se não for possível lavar as mãos. Se as mãos estiverem visivelmente sujas, devem ser usados preferencialmente sabão e água.
  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel descartável sempre que for necessário assoar, tossir ou espirrar. O lenço de papel deverá ser descartado num caixote do lixo e, em seguida deverão ser lavadas as mãos. Na ausência de um lenço de papel descartável, poder-se-á tossir para a prega do cotovelo. Nunca se deve tossir nem espirrar para o ar ou para as mãos.
  • As pessoas que sintam tosse, febre ou dificuldade respiratória devem permanecer em casa e não se deslocar para o seu local de trabalho, escolas dos filhos ou estabelecimentos de saúde.
  • Os alunos, colaboradores e visitantes devem lavar as mãos:Utilizar um gel alcoólico que contenha pelo menos 60% de álcool se não for possível lavar as mãos com água e sabão.
    • Antes de sair de casa
    • Ao chegar à Faculdade/Instituto/Escola
    • Após usar a casa de banho
    • Após intervalos e atividades desportivas
    • Antes das refeições, incluindo lanches
    • Antes de sair da Faculdade/Instituto/Escola
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos.
  • Evitar contacto próximo com pessoas com tosse, febre ou dificuldade respiratória.
  • Limpar e desinfetar frequentemente objetos e superfícies de utilização comum.
  • Se tiver sintomas ou dúvidas contactar a Linha SNS24808 24 24 24. Não deslocar-se diretamente para nenhum estabelecimento de saúde.
  • Consultar regularmente informação em www.dgs.pt

uso de máscaras de proteção na população em geral, estudantes ou colaboradores não está recomendado, uma vez que não há qualquer evidência de benefício do seu uso fora de estabelecimentos de saúde.

Voltei recentemente de uma viagem ao estrangeiro. O que devo fazer?

A NOVA tem em conta as orientações da Direção-Geral da Saúde e da Organização Mundial da Saúde sobre o COVID-19. De acordo com o Plano de Contingência da NOVA para a Doença por Coronavírus (COVID-19), todos os alunos e colaboradores que regressem de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus, incluindo:

  • Alemanha (Estados de: Baden-Württenberg, Baviera e Renânia do Norte-Vestefália)
  • Espanha (Comunidades Autónomas de: Catalunha, La Rioja, Madrid e País Basco)
  • França (Regiões de Grand Est e Ilha de França)
  • Itália
  • China
  • Coreia do Sul
  • Irão
  • Japão
  • Singapura

devem, por princípio de precaução de saúde pública, respeitar um período de isolamento profilático domiciliário de 14 dias de isolamento após o seu regresso, durante o qual deverão vigiar o eventual aparecimento de sintomas (tosse, febre ou dificuldade respiratória).

Os que se encontrem nestas circunstâncias deverão, durante esse período:

  • Estar atentos ao aparecimento de febre, tosse ou dificuldade respiratória, no próprio ou nas pessoas com quem convive de perto;
  • Medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar os valores;
  • Lavar frequentemente as mãos, sobretudo antes das refeições e após uso da casa de banho;
  • Telefonar para a Linha SNS24 (808 24 24 24) caso surja algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), e seguir as orientações.

O que fazer se um(a) estudante ou colaborador(a) tiver sintomas e tiver estado potencialmente exposto ao COVID-19 (viagem ou contacto com caso confirmado)?

Todos os estudantes e colaboradores devem ser instruídos para reportarem ao ponto focal designado o seu estado de saúde se tiverem tosse, febre ou dificuldade respiratória.

Se for identificado(a) um(a) estudante ou colaborador(a) potencialmente suspeito(a) de infeção por COVID-19, este(a) não se deve deslocar aos serviços de saúde. Deverão ser seguidos os seguintes passos:

  • Permanecer numa sala ou gabinete designado de forma a manter-se afastado(a) dos outros colegas e evitar o contágio.
  • Contactar a Linha SNS24808 24 24 24 e explicar pormenorizadamente os sintomas e o histórico recente de viagens. Devem ser seguidas todas as orientações dadas.
  • Proteger a boca e o nariz quando tosse ou espirra, com um lenço descartável que deve ser deitado fora.
  • Evitar tocar em pessoas, superfícies e objetos.
  • A sala ou gabinete designado para o afastamento social do caso suspeito deve ser ventilada e deve ser limpa e desinfetada depois da pessoa a ter abandonado.
  • Se o caso suspeito necessitar de utilizar instalações sanitárias, deverá usar uma casa de banho separada, se disponível.
  • Não são necessárias medidas de controlo para as pessoas que estiveram em contacto com o caso suspeito enquanto são aguardados os resultados laboratoriais para COVID-19.
  • Não é necessário evacuar ou encerrar o estabelecimento de ensino, na ausência de exames laboratoriais confirmatórios.

 PLANO DE CONTIGÊNCIA

Consulte informação sobre o Plano de Contingência da Universidade NOVA de Lisboa. (13.03.2020)


LIGAÇÕES ÚTEIS


Contactos das Unidades de Saúde Pública competentes nas respectivas áreas de cada Unidade Orgânica da NOVA