Os dados devem ser compatíveis com diferentes sistemas e plataformas, facilitando a combinação e integração com outros conjuntos de dados. Ou seja, não devem ficar cativos ao ambiente ou software em que foram criados.
Pergunta orientadora deste princípio: “Os meus dados podem ser integrados com outros dados e sistemas?”
Ações recomendadas:
→ Utilizar formatos de ficheiro recomendados e abertos ou adequados à disciplina (por exemplo, CSV, JSON, PDF).
→ Aplicar normas e esquemas de metadados reconhecidos (por exemplo, Dublin Core, DataCite).
→ Usar vocabulários controlados, taxonomias ou ontologias para garantir que a terminologia é clara e não ambígua (por exemplo, ISO 8601 para datas, ISO 3166 para países, vocabulários controlados como o MeSH).
→ Quando não existirem vocabulários normalizados, criar e disponibilizar um codebook ou dicionário de dados que explique a terminologia utilizada.
→ Estabelecer ligações entre diferentes objetos digitais (dados, publicações, software) utilizando PIDs nas referências e nos metadados.